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quarta-feira, 20 de junho de 2012

I Hate Needy People

Há pessoas mesmo necessitadas de atenção. Se nós andamos ocupados com os problemas da nossa vida e a tentar resolvê-los e não lhes damos tanta atenção como o normal, somos logo acusados dos ignorar!

terça-feira, 19 de junho de 2012

FYVM

Nós damos-lhe uma mão, eles pedem um braço, damos também o braço e quando eles já estão bem, vão falar mal de nós nas nossas costas e convidar para cafézinhos pela frente. PPQP! O melhor é mesmo virar costas e dar-lhes o menos conversa possível!


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Capítulos

Desde que decidi sair de casa dos meus pais, a minha maior preocupação era o facto de ainda não ter arranjado trabalho e de as despesas recairem sobre o meu namorado. Por vários motivos que não vos tenho de dizer, decidi que devia ficar por perto de casa, apesar de ter muita vontade de viver no estrangeiro.

Verdade seja dita, arranjar emprego em Portugal não está fácil e é super complicado arranjar trabalho relacionado com Chinês numa pequena cidade alentejana. Comecei por me dedicar ao voluntariado, algo que pretendo praticar todos os dias como se fosse um emprego pago e só quem tem gosto na prática de ser voluntário consegue entender o que se ganha diariamente num ambiente onde podemos ser nós mesmos e dar aos outros aquilo que necessitam sem esperar nada em troca. É quase como um Natal onde os presentes são acções e sorrisos.

Agora no final do mês, tudo se compôs. Além do voluntariado, sou bombardeada diariamente (num bom sentido!) com traduções e além disto, muito em breve vou tornar-me formadora de Mandarim.

É um começo. Um novo e importante começo. Percebi que chegou a altura de assumir novas responsabilidades e de retomar antigos sonhos, como o de ser tradutora a partir de casa e passar o dia com a cabeça atolada em documentos, fazer um doutoramento, ter uma casa no campo e alguém com quem partilhar as refeições e a almofada. Parece que cheguei a esse momento e estou ansiosa por cada segundo.

Percebi que dúvidas e medos vou ter sempre mas, o mais importante é aprender a controlá-los e arriscar. Além disso, tenho de ter sempre em mente que há imensa gente do meu lado a dar-me apoio e que isso me dá força para seguir em frente.  

E é isto. Queria apenas partilhar convosco que, e por mais cliché que possa parecer, há sempre alturas da nossa vida que parecem mais negras porque noutras alturas paira sobre ela uma luz tão brilhante quanto o sol.  O essencial é perceber que por detrás das nuvens, o sol continua a brilhar e saber esperar que ele volte.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

É este o valor do desempregado

Hoje percebi que, para muita gente, ou provavelmente para todos, o facto de estar desempregada significa que nada do que eu possa ter ou querer fazer é importante. Estou desempregada, por isso posso ser mandada andar de sala em sala ou esperar em corredores indefenidamente. Estou desempregada, por isso não mereço receber um telefonema a avisar do adiamento de algo. Estou desempregada, por isso não me atendem o telefone e mandam dizer que estão ocupados. Afinal de contas, estou desempregada, posso esperar porque o meu tempo não tem valor. Não é pago.

sábado, 14 de abril de 2012

Não sou nada supersticiosa mas, ontem perdi o meu telemóvel e com ele a vontade de deixar aqui a review que ia azer do filme que fui ver ao cinema. É isto.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

São coisas...

Gostava de poder fazer mais, de ser mais. Custa-me ver aqueles que me são próximos a sofrer e não conseguir atenuar a sua dor.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sabem aquelas pessoas que às vezes até irrita falar com elas porque, por muito mal que os outros estejam, elas estão sempre piores?
Pois bem, eu conheço alguém que não tarda muito ainda se sai com esta pérola:


domingo, 12 de junho de 2011

Sei que não vou por aí!

Esta tarde lembrei-me dos tempos em que comecei a ler poesia. Apesar de sempre ter gostado de ler, a poesia nunca foi algo que apreciasse.
 Depois, aos 15 anos, com um estudo intensivo da mesma devido ao famoso Português A que, comparado com o triste Português B (não me levem a mal o adjectivo), era Literatura pura, aprendi que existe um mundo bem mais profundo na poesia.
Ainda assim, cantigas de Amigo, Amor ou Escárnio nunca foram as minhas favoritas e, enquanto folheava o livro de Português A mais para a frente (um hábito que tinha com todos os outros livros da escola) encontrei um poema que me fez começar a ler e a apreciar poesia.
Revi-me nesse poema se bem que muitos adultos diriam e dirão, certamente, que todos os adolescentes sentem uma grande afinidade por ele. Contudo, ainda hoje me vejo nessas palavras.
Às vezes pergunto-me porque é que tanta gente tenta dizer aos outros como devem viver a prórpia vida. Nunca entendi. Nomeadamente, nunca percebi porque é que tanta gente me tenta dizer o que devo ou tenho de fazer. Até porque, quem me conhece bem sabe, acabo sempre por não fazê-lo. Sempre fiz como me deu na telha, perdoem a expressão. Aliás, muitas vezes fazia exactamente o contrário só para mostrar que não preciso de bússolas falantes.
Sei o que quero.

José Régio
Cântico Negro

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe

Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...

Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!

Myself

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Há dias inesquecíveis e dias para esquecer

Eu estou passada e vou descarregar TUDO aqui.

Ontem saí do trabalho às 18, como sempre. Dia lindo, quentinho, maravilhoso. Perdi o Metro por segundos. Na boa, qual é o problema? 5 minutos depois passou outro.

Cheguei a S. Bento, os passarinhos cantavam (eu não os ouvia, por causa do mp3, mas tenho a certeza que chilreavam... isso ou as gaivotas), entrei no meu comboio. O meu lugar de sempre estava ocupado. Que mal é que isso tem? Sentei-me noutro, claro está. Adormeci.

Acordo com o comboio parado em Águas Santas. Sons de ambulâncias... Meia-hora parados... (porque é que as pessoas insistem em atirar-se para a linha?) Resultado? Cheguei a Braga às 19:50, quando chego sempre às 19:15. Bem, acontece, não é? É a vida...

Perco o autocarro por um minuto... Ou seja, só havia outro às 20:05. Tudo bem, tudo bem... Que mais pode acontecer?

Cheguei a casa às 20:20. Na boa, na boa. enchi a taça da Livy. Decidi preparar um banho, antes fui lavar as mãos porque o granulado da Livy tem uma textura estranha. Não há água. COMO NÃO HÁ ÁGUA SE ACABEI DE ENCHER A TAÇA DA LIVY? Calma, calma. Devia ser geral, certo?

Bati à porta da vizinha da frente: Tem água? Ela abre a torneira mais próxima: Tenho sim, menina. Vou verificar os contadores. Algum engraçadinho, provavelmente já com os copos (ontem foi o cortejo em Braga) fechou-me a torneira ou o caraças...

Ok, ok... Vou relaxar com o banho... Tomo um duche maravilhoso e o mundo já é mais bonito... até chegar à sala e ver a Livy a destruir os meus phones. LIVY! NÃO! (cena em câmara lenta). Tarde demais. Credo, só me apetecia morder-lhe mas é ridiculo ser a Rapariga que Mordeu o Cão.

Mais nada podia correr mal. Mais nada! E assim foi. Fui para a cama um pouco mais tarde que o costume e adormeci num instante. Até que a Livy, assustada com os gritos de um tipo que vinha do Enterro da Gata, desatou a ganir e a pedir colo. Oh, por favor, Livy... Lá a adormeci e adormeci também.

Mas, meus caros, isto piora! Porque, de tão cansada, não ouvi o despertador, acordei tarde e eu bem que corri para me vestir e dar de comer à Livy antes de sair... Perdi o autocarro. POR UM MINUTO LITERALMENTE!

Resultado: paguei cinco euros de taxi para não perder o comboio para o Porto.

Se piora? Piora. Vocês sabem o que é andar de transportes públicos sem phones? SABEM? É doloroso. DOLOROSO!

Para piorar, o Blogger não me deixou postar o texto mal acabei de escrever porque estava a fazer manutenção...

É melhor que o resto do dia me corra bem, senão dou em MALUCA!

Liebend

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Estou mesmo a precisar...

...de uns dias assim, longe de tudo, no meio do campo, sem nada nem ninguém para me dar a volta à cabeça.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Bem me parecia que eu andava a falhar nalguma coisa...



Ora reparem, eu durmo (mal e porcamente, mas durmo); eu treino (quando não passei a noite quase em claro, senão adormeço em cima da bola de fazer Pilates, a meio dos abdominais); eu como (demais, às v ezes... glutona que sou!) e, de facto, repito. Agora, o erro é que, algures ali no meio, eu trabalho. E é aí que eu erro. Devia seguir o plano em condições... Enfim...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Promessas são para cumprir!

 Para quem me conheceu até ao Secundário, sabe que detestava exercício fisico mas, desde que saí do ensino obrigatório, comecei a fazer jogging e, mais recentemente, Pilates.

No entanto, passei um mês sem fazer Pilates. E senti falta. E o meu corpo também. De tal forma, que ontem tive de diminuir o número de repetições na minha rotina, porque os meus abdominais já choravam a meio... Isto custa-me porque em Janeiro garanti ao meu bikini que ele iria orgulhar-se de me usar este ano.

Seja como for, há que voltar ao exercicio porque não vou cortar nas pizzas semanais, ai não vou não! Uma pizza por semana dá-me uma mente (pouco mas ainda assim) sana!

Liebend

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mad... Eater

O que é que vocês fazem quando, antes da uma da tarde, comem tudo o que levaram para o trabalho para comer durante o dia inteiro?

Vá-se lá entender mas hoje estou uma comilona desgraçada!

Liebend

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mad Hatter is making me insane!

And that's such
                        a nice thing,
if you know
                  what I mean!


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sorry sweetheart, I'd much rather keep on the balaclava

Ainda no contexto do post que fiz em relação à minha santa ingenuidade (que, sinceramente, acreditava que já não fosse muita tendo em conta alguns acontecimentos de há quase dois anos), ia eu a caminho de determinado sitio (vocês não precisam saber mais do que eu, não é verdade?) por motivos de trabalho, mp3 ligado num volume que me incapacitava de ouvir o resto à minha volta quando tocou mais uma das fabulosas canções dos Arctic Monkeys (aproveito para dizer que a voz do Alex dá cabo da minha saniedade mental de forma deliciosa!) e, então, fez-se luz na minha tão recente cabeça de fósforo.

Então não é que eu percebi que, desde tais acontecimentos (demasiado dolorosos para explicar), comecei a usar uma Balaclava. Feita tola, na fatidica noite daquele post, retirei-a. Pensei ter tomado uma atitude deveras inteligente... Burra do caraças! Acabei de perceber que não é para tirar. E quanto àquela noite, retiro tudo o que disse!

Balaclava
Arctic Monkeys

Mas que raio?

Alguém me quer explicar porque é que o metro do Porto está a funcionar só com uma carruagem? É que, por causa dessa brincadeira, uma senhora, muito simpática por sinal, empurrou-me para dentro da carruagem enquanto eu tentava sair e ela, obviamente, tentava entrar.
Vi jeitos de levar com uma porta automática nas trombas, que acreditem, de manhã, depois de sair do comboio, estou de trombas!

Liebend