domingo, 31 de outubro de 2010
Resolvido o mistério da Torre!
sábado, 18 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Might and Magical Wars

Visto adorar Anjos, pensei que fosse cair redonda pela Cidadela, mas não achei o castelo tão apelativo. Como muitos sabem, o meu castelo favorito era o Rampart, ao contrario do que eu própria esperara. Ao comando de druidas e rangers, este era o local onde tropas de Centauros, Elfos, Pégasos, Unicórnios (os meus preferidos!) e outros animais místicos se uniam para formarem um poderoso exército. Levava o jogo mesmo a serio, e tinha ate heróis favoritos. E, quando a taberna demorava a encontrar-me a Ranger Mephala e o Druida Aeris, ficava bastante irritada. Estes dois eram os meus favoritos e, quando comecei a jogar, eram indispensáveis ao exercito que formasse. Agora, já passo bem sem eles se bem que não deixo de os favorecer. Coisas de criança que seguem connosco.
Em 2006 apareceu o Heroes of Might And Magic V. No entanto, foi só em 2007 que lhe deitei a mão e, meus caros, já não quis largar!
Tal como no HOMM3, a história fascina-nos desde o começo e, ao invés do HOMM4, os gráficos eram e são fabulosos, pois somos levados por mundos fantásticos e que nos lembram muitos filmes de animação que nos deslumbram em criança, sem perderem um toque da realidade do nosso mundo . Todos os castelos sofreram alterações ( Rampart, por exemplo, passou a Sylvan e, sinceramente, o castelo tornou-se muito mais bonito), surgiram novos heróis e fui obrigada a dizer adeus aos meus queridos Mephala e Aeris. Ainda assim, nem tudo se perdeu! Sempre que posso escolher o herói ou quando as encontro (sim, são duas meninas!) na taberna, a minha equipa tem sempre como membros Ylthin, senhora dos Unicórnios, como não podia deixar de ser, e Anwen, especializada em Elfos. Mais, as batalhas ganharam vida e o castelo dos humanos, que conta com a presença dos Anjos, tornou-se muito mais aliciante. sábado, 11 de setembro de 2010
Adeus, Verão
Put Your Records on
domingo, 5 de setembro de 2010
Pirilampo, voa, voa...
O pirilampo esvoaçou para o ar bastante tempo depois, como se lhe tivesse ocorrido algo de repente. Abriu as asas e voou rapidamente por cima do corrimão até flutuar na palidez da escuridão. Delineou um célere arco ao lado do depósito de água, como se tentasse recuperar um intervalo de tempo perdido. Por fim, após pairar durante uns escassos segundos como se observasse a linha curvada da sua própria luz a fundir-se com o vento, esvoaçou para leste.
O rasto da sua luz permaneceu dentro de mim bastante tempo depois de o pirilampo ter desaparecido e essa sua pálida e ténue luminosidade continuava a pairar como uma alma perdida na espessa escuridão por trás das minhas pálpebras.
Tentei várias vezes estender a mão na escuridão, mas os meus dedos não tocavam em nada. O ténue brilho perdurava, mas estava para além do meu alcance.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
É já amanhã
Vejo-vos por lá?
Liebend
domingo, 29 de agosto de 2010
Noites lá Fora
Venham Mais Cinco
Venham também mais noites destas, para o ano.
Liebend
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Visita à Quinta da Regaleira

terça-feira, 17 de agosto de 2010
Há sempre uma criança assustada dentro de nós
sábado, 14 de agosto de 2010
Why is a raven like a writing desk?


sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Mais música...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ainda se respira por estes lados...
Ah… respira-se um ar novo por estas bandas. O blog mudou. Voltou a ser escrito directamente de Portugal. Os dias na China já lá vão… e são recordados com saudade. O pouco que escrevi no tempo que lá estive não vos chegou? Foi mais do que suficiente? Seja qual for a resposta, estou aqui caso alguém queira perguntar algo.
O primeiro post desde que cheguei a terras lusitanas é dedicado ao novo membro da minha família, o Gummy. Há uma semana e um dia, desloquei-me ao Cartaxo depois de me ter comprometido a adoptar um cão de ano e meio que me garantiram ser uma fera e que não deixava ninguém tocar-lhe. O Gummy, como muitos outros animais, foi abandonado pelos donos e corria o risco de ser abatido.

Bastaram umas horas para que a fera me deixasse fazer-lhe festas. Bastou um dia para que me deixasse escovar-lhe o pêlo. E dois dias foram suficientes para que lhe desse banho. Agora, é provavelmente o elemento mais alegre e brincalhão da casa. Gosta de fiambre, festas na ruga da testa e na barriga.
Este post é para o ursinho, Gummy, que está neste exacto momento deitado aos meus pés enquanto espera que agarre o porta-chaves e diga: vais buscar a trela?
Estou de volta. Vemo-nos por aí, por aqui… Onde vos der mais jeito.
Liebend
quarta-feira, 24 de março de 2010
Hong Kong e Macau
Para já, peço desculpa de já não escrever há tanto tempo (mesmo que quase ninguém leia). A verdade é que, depois de voltar da fabulosa viagem que fiz e que irei relatar umas linhas mais à frente, tive problemas com o computador, a certa altura avariou e, depois de ser eficazmente reparado ali no 百脑汇, andei de novo com problemas para conseguir entrar nos sites proibidos da China (um à parte, o Google é que foi esperto, não? Até eu me mudava pa
ra Hong Kong!) Por fim, para ajudar,das últimas três vezes que tentei deixar aqui este texto, Hotspot fez o favor de se desligar a meio…
Seja como for, vamos ao que realmente importa!
Hong Kong! Sim, é disso que vos vou falar, escrever. Fui a Hong Kong e Macau (香港,澳门). Um grupo de 5 pessoas largou 天津 e aventurou-se pela China na altura do Ano Novo Chinês (not a very smart thing to do but it was fun!).
Como devem saber, e se não sabem eu explico, 天津 fica no Norte da China. Hong Kong é lá em baixo, como nós dizemos. Como chegámos nós lá? Aí é que está! Que aventura. Primeiro, passámos horas na neve para conseguir os bilhetes de com
boio (bilhetes de avião eram demasiado caros). Fizemos turnos: vinte minutos, eu e a Rosa na fila, outros vinte minutos por conta da Bá, Kiyoshi e Cata. Ali perto havia um KFC (como nós o adoramos) e por lá ficávamos a aquecer-nos. As filas eram enormes. Chegámos às nove da manhã e conseguimos os bilhetes por volta da uma e meia da tarde.
Acho que todos
aqueles que quiserem viajar pela China devem passar pelo menos uma noite num destes comboios. Temos outra perspectiva sobre o país depois de vermos o contraste entre uma cidade com 10 milhões de habitantes e uma aldeia com 15 ou 20 casotas por pintar.
Ao chegarmos a深圳, esquecemos o frio que se vivia em天津 e corremos a apanhar o metro que nos levaria à fronteira entre a China e Hong Kong. E que fronteira! Parecia que tínhamos entrado noutro país.
Já na cidade, a primeira sensação que tive foi de que estava de volta a Londres. E, como muitos de vós sabem, essa é provavelmente a minha cidade favorita fora de Portugal. Numa frase, Hong Kong é a Londres do Oriente. É mais pequena, mas muito alta. Cheia de arranha-céus que durante a noite iluminam a cidade. Guia-se pela esquerda e as passadeiras assinalam em Inglês (tal como em Londres)
e em Chinês qual o lado para que devemos olhar. Quase todos os habitantes falam um pouco de Inglês, o que facilita a vida a todos os estrangeiros. Apesar de ser uma grande cidade, as ruas são mais limpas do que na China e as pessoas são mais simpáticas para com os estrangeiros (até porque estão habituados a eles). Ao contrário da China, as lojas começam a abrir por volta das nove e meia, dez da manhã e as ruas ainda estão cheias de gente por volta da meia-noite. Não há censura!

Apesar do bom te
mpo (atenção que, para quem abandonou uma cidade cuja temperatura máxima era -5 ºC e chega a outra cidade em que a máxima são 14 ºC, estava muito bom tempo!) , no fim apanhámos algum nevoeiro.
Vou deixar algumas fotos dos locais por onde passámos, outras não deixo porque infelizmente, muitas delas perderam-se. Infelizmente as que tinha da última noite em Hong Kong, em q
ue fomos à Avenue of Stars, foram as que desapareceram todas, pelo que não vos posso mostrar as mãos do Jackie Chan ou a estátua do Bruce Lee. Mas, garanto, estive lá!
Para irmos passar um dia a Macau, saímos pela manhã e apanhámos o ferry. Estávamos muito felizes porque achávamos que depois de aqui estarmos à tanto tempo, íamos poder comer pasteis de nata e outras iguarias do nosso país. Infelizmente, Macau foi uma desilusão. De certa forma, sentíamo-nos em casa porque As ruas lembram Lisboa ou o Porto, os sinais estão em Chinês e Português (se bem que parece que lá o acordo ortográfico já entrou em vigor) mas não se ouvia uma única palavra em Português. As mercearias tinham muitos produtos portugueses e eu comprei algo que não se encontra na China: um ovo Kinder! Infelizmente, os pastéis de nata de Macau são iguais ao resto da China… Só quando chegar a Portugal é que vou comer um em condições!
À noite, Macau transforma-se. Deixa de ser Portugal. Os casinos enchem-se de cor e a cidade surge como uma Las Vegas em miniatura.
A viagem terminou depois de outras 33 horas de volta a Tianjin.
Uma coisa ficou decidida: vou voltar a Hong Kong. Pode não ser este ano, mas ainda há muita coisa que quero ver.
A próxima viagem, que relatarei daqui a uma semana, ainda não aconteceu, mas será a realização de um sonho de há muitos anos!
Aguardem novidades.
P.S.: Aqui ficam uns videos para saborarem um pouco mais.





