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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Blondes are wild, brunettes are true,but you never know just what a redhead will do!

Apesar de nascer super parecida com a minha Avó, não herdei o cabelo imensamente loiro dela. Pelo contrário, tenho um cabelo loiro médio, estranho, que muitos gostam e eu não suporto.



No entanto, desde miuda que tenho um fascínio por cabelos ruivos. Ficava vidrada nos longos cabelos da Jessica Rabbit, vibrava com o balançar do cabelo da princesa Anastasia. Quando comecei a ouvir Metal, queria o cabelo da Simone Simmons mas, a minha ruiva favorita sempre foi a

Shirley Manson.
 Irreverente mas maravilhosa.

A primeira vez que pintei o cabelo (sem contar com aquela fase das madeixas pela qual todas as raparigas passaram), pintei-o de ruivo. Depois disso, voltei a pintá-lo das mais variadas cores mas quando fui ruiva foi quando me senti melhor com a minha cor de cabelo.

Há uns anos atrás deixei de pintar o cabelo e voltei à minha cor estranha e que não me favorece nada (aos meus olhos, claro está). No fim de semana fui à terriola e a Sra. Enfermeira convenceu-me a voltar a pintar o cabelo de ruivo. A principio, não queria. Pintei e arrependi-me logo. No entanto, depois de secar o cabelo, pensei: Assim, sim, gosto!

Liebend





quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pode tirar o cavalinho da chuva!

Nunca pensei que uma cadela de mês e meio conseguisse achar a minha lima tão interessante mas, quando atingir a adolescência canina, escusa de ir revolver a minha bolsa dos vernizes porque não vai ter direito a manicura. Não gosto nada dessas palermisses que fazem aos cães. Um casaquito no Inverno e já não vai mal!

Liebend

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A Azeitona

Livy para a família, Olive para quem acaba de conhecê-la. É o nome da minha mais recente adopção.

Sábado passado, após uma visita à Associação Patinhas Abandonadas de Vieira, esta cachorrita deixou de estar em risco de um dia, mais tarde, ser abatida. Já veio desparasitada e com as primeiras vacinas. A próxima ida ao veterinário é em Maio.

O meu T0 passou a ser muito mais animado e, aos olhos dela, é um mundo imenso cheio de coisas novas para descobrir.


Sempre que vou ao Braga Parque, passo na loja de animais. Todos os fim de semanas estão lá cãezinhos de raça para comprar que, muitas vezes, acabam por ser mal-tratados e abandonados, como foi o caso do meu Gummy Bear, um Spaniel do Tibete com sete anos que, em Agosto do ano passado (quando o adoptei), era a coisa mais agressiva de sempre e agora é um ursinho de peluche ( está na terriola porque a Sra. Enfermeira já não consegue separar-se do patudinho).

A Livy é uma rafeira mas é uma coisa muito fofa que, quando não lhe dão atenção, segura com os dentinhos as pernas das minhas calças e anda colada a mim até quando cozinho ou limpo.

O que vos quero dizer é que há tantos animais a precisarem de um lar e, mesmo apesar da crise, vejo pessoas a darem muito mais de 100 € por cães que nem vacinados ou desparasitados vêm. Se estiverem a pensar arranjar um animal de estimação, passem no canil mais próximo de vocês. Poupam dinheiro, salvam uma vida e, uma coisa que sei por experiência, um cão adoptado é fiel ao máximo (não desfazendo dos que não são, ok?).


Liebend

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A ex de Deus

A publicação n.º 100 deste blog será sobre literatura! Adoro ler mas, infelizmente, cada vez tenho menos tempo para tal. Contudo, as minhas viagens entre Braga e Porto são preenchidas com música e livros.

Ontem, ao chegar a Famalicão, acabei de ler Lail-Ah, o Divórcio de Deus, de H. James Kutska.

Apesar de estar escrito em Português do Brasil, não resisti a comprar o livro. Quem é que nunca se perguntou se Deus não se sentirá sozinho? E, caso casasse, como seria a Sua esposa? E se o casamento corresse mal, o que aconteceria? 

O enredo é muito interessante e a ideia do autor é brilhante, com passagens que nos fazem pensar nas diferenças entre seres humanos e naquilo que somos capazes de fazer quando estamos cegos de amor, mesmo que seja uma ilusão. Ainda assim, o livro soube-me a pouco e achei o fim rápido demais. De qualquer forma, aconselho.

Liebend

quinta-feira, 31 de março de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Liebend x 2

É a segunda vez este mês que me dizem, aqui no Porto, que sou extremamente parecida com alguém que conhecem.

Alguém sabe onde anda a minha sósia?

Liebend

sexta-feira, 25 de março de 2011

Estou farta de ser parva... e tu, Portugal?

Estou farta de trabalhar a troco de nada, estou farta de ouvir dizer "isto está mau" mas não ver nada a ser feito! Estou farta de ver gente a estudar para ser desempregado! Estou farta de me acomodar! Estou farta de ver a minha Pátria cada vez mais pobre porque uns poucos "comem tudo"! Estou farta de PS's, PSD's, CDS's, PCP's, BE's e outros tantos!

Parva Que Sou
Deolinda


Liebend & The Pen

quarta-feira, 23 de março de 2011

Trabalha-se por casa

Hoje não há comboios para ninguém... outra vez!

Fui obrigada a voltar para casa depois de estar desde as 7:30 até às 9:30 na estação de Braga na esperança de arranjar um comboio que me levasse até ao Porto.

A CP faz greve todos os meses ou só desde que descobriu que comecei a estagiar em Gaia?

Estou extremamente irritada. Acredito que se deve mostrar o descontentamento mas parar a vida das pessoas todos os meses... torna-se aborrecido.

Caso alguém que trabalhe na CP leia isto, acho que está na hora de marcarem um dia, fazerem greve, vestirem o uniforme e virem para a rua mostrar a vossa idignação. Façam-se ouvir mas não prejudiquem centenas de pessoas todos os meses que, por sinal, são quem vos paga o ordenado.

Liebend

quinta-feira, 17 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

"Abel fixou os grandes olhos azuis no céu, para lá da janela..."

Papel, lapiseira e uma borracha. Foi tudo o que precisei para me entreter no comboio, esta manhã. Voltei a escrever e estou feliz.

Digo-vos apenas que o meu novo herói (se é que lhe posso chamar isso) chama-se Abel, é real, mal o conheço mas vou redigir a história dele. Pelo menos, da maneira como imagino que seja.

Liebend & The Pen

domingo, 6 de março de 2011

"Tudo o que sei é que devo morrer em breve; mas o que mais ignoro é essa mesma morte, que não saberei evitar." Victor Hugo

A morte é, sem sombra de dúvidas, o maior mistério que existe. Mistério... não gosto muito dessa palavra para descrever a morte. Prefiro antes, segredo. É um segredo. 

Não gosto de segredos. Nunca gostei. E, desde pequena, mesmo sempre muito quieta e silenciosa, tentava perceber todos aqueles segredos que pairavam no ar e aos quais o meu acesso era limitado. Contudo, a morte nunca foi um segredo apelativo (até a mim me parece estranho ler isto... estou a fazer-me entender?). Nunca pensei em pesquisar nada sobre o assunto. A resposta: Está no Céu. era mais do que suficiente para a aceitar.

Porém, este segredo deixou de ser uma simples palavra nos poemas de Bocage ou Byron alguns meses depois de fazer 15 anos, quando a pessoa que mais amei até hoje desapareceu. A princípio, fiquei confusa. E agora? Mas, com o passar dos dias, acreditava que tinha de encontrar algures uma resposta. Sentia que me tinham tirado o chão debaixo dos pés, que faltava algo dentro de mim.

Ler sobre o assunto só pareceu trazer mais questões, mais segredos. Palavras como alma e espírito revelaram-se  tão secretas quanto morte. Li Bocage, Byron, Poe e outros à procura de respostas. Enchi capas de cadernos com citações sobre o assunto. Em suma, persegui a Morte mas ela nunca se deteve. Se encontrei respostas? Não, claro que não.

Alguns anos depois, foi a vez de um grande amigo meu seguir pelo mesmo caminho secreto. Mais uma vez, as perguntas, já semi-camufladas, perseguiram-me e eu a elas. Dead end.

Já na China, quando menos esperava, outro grande vazio instalou-se dentro de mim. 

A verdade é que nunca fica ou parece mais fácil. O tempo não cura. E, de tempos a tempos, as perguntas surgem, de novo, e a frustração de nos encontrarmos sem resposta, abala-nos.
 
Nos últimos dias que passei na China, em Pequim, corri a Livraria de Línguas Estrangeiras de uma ponta a outra. O livro que mais me chamou à atenção, pela capa, confesso, foi Her Fearful Symmetry da Audrey Niffenegger. Só pensava em comprá-lo mas, até mesmo na China, o livro era extremamente caro e a minha mala já não aguentava muito mais peso. Desisti da ideia.

Um dia, em Braga, passeava na Fnac e, por acaso, encontrei o único exemplar do livro numa prateleira de literatura estrangeira, versão livro de bolso, e nem pensei duas vezes. Infelizmente, fui adiando a leitura e só agora, nas idas para o Porto e regressos a Braga, é que fui lendo.

Esta é a história de Elspeth (sempre adorei esse nome, aproveito para partilhar), que morre de leucemia aos 44 anos e como a sua morte vai afectar as vidas daqueles que a amavam, daqueles que a odiavam ,daqueles que nem sequer a conheciam e, ainda,  a existência ou não existência da própria Elspeth. Não vou aprofundar mais porque acho que isso poderia eventualmente estragar o vosso possível desejo de leitura. Não pensei, no entanto, que se trata de uma simples história sobre a morte. Uma das coisas que me fez gostar imenso do livro foi o facto do sentimento Amor ser abordado como algo multifacetado.

O que na verdade quero partilhar aqui  é o facto de, ao longo do livro, dar comigo muitas vezes a pensar E se...  Agora que o terminei e adorei, sei que vou passar muito tempo a questionar-me... Uma coisa tenho a certeza, devemos sempre valorizar a nossa alma acima de tudo.

Liebend & The Pen

quarta-feira, 2 de março de 2011

Limpeza da Primavera

Trouxe a vassoura, um balde com água e detergente com cheiro a flores e a esfregona. Está na hora de limpar este blog! Há que arranjar um novo template, trazer novos posts... 
E vocês perguntam: Liebend, porquê tão ausente?
A resposta é simples: estou cansada. Não estou cansada de escrever mas a minha jovem vida tornou-se extremamente movimentada desde o dia 1 de Fevereiro com o inicio do estágio e o resultado é este que se tem visto, um blog vazio.
Não se preocupem, caso o tenham feito em algum momento, pois estão prestes a chegar novas publicações. Só precisam aguardar mais uns dias!

Liebend