Adoro quando vejo fotos no Facebook de pessoal com tatuagens em Chinês que, depois de eu procurar aquilo que tatuaram só para ter a certeza de que eles não cometeram um grave erro, descubro que, por vezes, afinal não querem dizer nada do que eles pensam. Deveria contar-lhes ou calar-me bem caladinha e rir-me deles baixinho?
Andava eu na blogoesfera quando encontrei vários blogs que nunca tinha visitado e resolvi ler alguns. Achei particularmente interessante o A Vontade de Regresso, onde li várias publicações sendo uma delas um conselho da autora para ver o documentário Catfish. Após ver o trailer, considerei que de facto deveria ser interessante. E foi. Foi mais do que interessante.
Catfish trata da história de um fotógrafo, Yaniv Schulman, que tem uma grande paixão por dança e uma das suas fotos acaba publicada numa revista. Passado algum tempo, ele é contactado via Facebook por uma rapariga chamada Abby que pinta e que quer saber se pode pintar a foto dele. Acabam por desenvolver uma relação de amizade via Facebook, ele, a Abby, a mãe da menina, Angela, o pai, Vincent, e, por fim, Megan, a meia-irmã, dançarina e adoradora de animais.
A meio do documentário, esta história aparentemente inofensiva e talvez, para alguns, até extremamente comum tendo em conta os dias de hoje, sofre uma reviravolta que se pode tornar chocante se tivermos em conta que é algo que sabemos que pode acontecer mas que nos convencemos que só aos outros é que acontece.
Penso que é um documentário que deve ser visto até mesmo em família, principalmente como meio de alertar os mais jovens para os perigos reais das redes sociais.
Deixo-vos o trailer, espero que vos abra o apetite.
Sou muito fã de séries, é verdade, e há uma em que sou particularmente viciada viciada é pouco, eu sou capaz de ver o mesmo episódio seis ou sete vezes: Modern Family.
Hoje, já que estou de cama, estou a aproveitar para ver os episódios da 3ª temporada. Prometi a mim mesma que só o faria quando estivesse completa mas não aguentei...
Todos os anos penso: "Este ano vou fazer as prendas de Natal que ofereço.", mas acabo sempre por comprar presentes. Contudo e como a crise não está para brincadeiras, este é que é o ano! Decidi meter mãos à obra e dedicar-me à bricolagem. Ainda ando aqui a magicar que prendas devo dar e a quem, e, acima de tudo, pergunto-me se tenho capacidade de recortar, coser, colar e outras tarefas que sejam necessárias para a elaboração de presentes. Esperemos que sim.
E vossas excelências? Preferem comprar ou fazer os presentes de Natal que oferecem? E já agora, caso os façam, são capazes de conceder uma ou duas ideias geniais?
Eu não quero que digam que não sou patriótica, mas, oh Optmius, francamente, não conseguem fazer anúnicos fabulosos sem terem de copiar os do outros? Um bocadinho de originalidade nunca fez mal a ninguém. Eu até admito que o vosso novo anúncio está giro e talvez até melhor que o original, mas... lá está, não é o original.