quarta-feira, 23 de maio de 2012

Do trabalho e dias preenchidos!

Hoje assinei mais um contrato de parceria com uma empresa. A pouco e pouco as coisas vão-se compondo. O importante é fazermos o que gostamos e orgulharmo-nos disso. Sempre quis ser tradutora e finalmente começo a ter uma carteira de clientes fixa.

Entre a correria do voluntariado, a mudança de casa, as traduções e as aulas de código, não consigo dizer-vos o quão feliz estou neste momento. Mas acreditem, estou mesmo muito!

Estar parada é que não!

sábado, 19 de maio de 2012

Da TMN

Sabem quando vossa operadora vos saca um balúrdio de dinheiro e vocês não sabem porquê? Bem, isso aconteceu-me hoje. Liguei para TMN a perguntar porque raio me sacaram o saldo praticamente todo.
Após 5 minutos à espera para ser atendida, atende-me uma jovem toda delico-doce e expliquei-lhe que não percebia o que se tinha passado. Ao que parece tinha um serviço qualquer activo. Pedi para desactivar. "Tenho de passar a chamada para outra colega." Tudo bem. A colega atende-me e voltei a explicar tudo. Pede-me para esperar e dá-me, literalmente, música por mais 5 minutos. Quando me volta a tender, pergunta-me se estou interessada que me façam uma promoção no serviço. "Não." Explica-me as vantagens do serviço que, na realidade, não são nenhumas. "Está interessada?" A minha resposta: "não". Volta a pedir-me que aguarde e dá-me música por mais 5 minutos. Quando regressa, pergunta-me se estou interessada em experimentar o serviço MEO Não-sei-quê em que posso ver televisão no telemóvel. Respondo: "Não." Pergunta: "Porquê?" "Não vejo televisão."
Moral da história: ligo para me desactivarem um serviço da treta que me suga o saldo e eu nem o uso e ainda me tentam convencer a usá-lo ou a usar outros. Raios os partam!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Da adolescência aos 40

Quando era miuda, lembro-me de ler algures um artigo que afirmava que dali a uns anos se iria verificar que a adolescência iria até aos 40. E é verdade, meus caros! Ontem tive a confirmação porque alguém me disse que um outro alguém (com 40 e qualquer coisa) está aborrecido comigo e por isso não me fala. Eu lembro-me perfeitamente desta atitude noutras pessoas quando eu tinha 14 anos. Quê? É suposto adivinhar que se aborreceu comigo? E se não adivinhar pede-se a outra pessoa que me informe?

É triste pensar que daqui a uns anos também eu me posso vir a tornar uma "adultescente". Espero estar livre de tamanha mesquinhez, mas nunca se sabe!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Aulas de Código

Venho aqui informar-vos que começo hoje as minhas aulas de código. E vocês perguntam: Só agora? E eu respondo: Diz que sim! De qualquer das formas, quando começar a ter aulas de condução, aviso para que se tranquem em casa.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

É este o valor do desempregado

Hoje percebi que, para muita gente, ou provavelmente para todos, o facto de estar desempregada significa que nada do que eu possa ter ou querer fazer é importante. Estou desempregada, por isso posso ser mandada andar de sala em sala ou esperar em corredores indefenidamente. Estou desempregada, por isso não mereço receber um telefonema a avisar do adiamento de algo. Estou desempregada, por isso não me atendem o telefone e mandam dizer que estão ocupados. Afinal de contas, estou desempregada, posso esperar porque o meu tempo não tem valor. Não é pago.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Coisas de que sinto falta #7

O ano que vivi na China foi dos anos mais marcantes da minha vida. Não só por todas as situações dificieis que vivi mas também por todos os bons momentos por que passei.

Hoje passei o dia no Martim Moniz. O bairro está cravejado de lojas e mercados chineses e indianos. Escusado será dizer que o primeiro local onde pousei a minha pessoa, foi num mercado de comida chinesa. Parecia que, numa fracção de segundo, tinha deixado Portugal e chegara à China. O cheiro característico dos mercados ( e não estou a falar do cheiro dos sapatos das lojas banais chinesas de que toda a gente se queixa), toda a gente a falar mandarim, a quantidade de produtos que eu consumira em Tianjin, senti de novo a falta daqueles modos meio rudes para nós e o sorriso aberto quando metemos conversa em mandarim. Sim, eu falei mandarim com todos os que consegui e soube tão bem!


 Bem, eu quase tive um colapso cardíaco mas estou bem. Não resisti, contudo, a comprar um 冰红茶 e um pacote de 雪饼.

Com tudo isto, quero mesmo dizer que sinto imensa falta da China!