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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Há dias inesquecíveis e dias para esquecer

Eu estou passada e vou descarregar TUDO aqui.

Ontem saí do trabalho às 18, como sempre. Dia lindo, quentinho, maravilhoso. Perdi o Metro por segundos. Na boa, qual é o problema? 5 minutos depois passou outro.

Cheguei a S. Bento, os passarinhos cantavam (eu não os ouvia, por causa do mp3, mas tenho a certeza que chilreavam... isso ou as gaivotas), entrei no meu comboio. O meu lugar de sempre estava ocupado. Que mal é que isso tem? Sentei-me noutro, claro está. Adormeci.

Acordo com o comboio parado em Águas Santas. Sons de ambulâncias... Meia-hora parados... (porque é que as pessoas insistem em atirar-se para a linha?) Resultado? Cheguei a Braga às 19:50, quando chego sempre às 19:15. Bem, acontece, não é? É a vida...

Perco o autocarro por um minuto... Ou seja, só havia outro às 20:05. Tudo bem, tudo bem... Que mais pode acontecer?

Cheguei a casa às 20:20. Na boa, na boa. enchi a taça da Livy. Decidi preparar um banho, antes fui lavar as mãos porque o granulado da Livy tem uma textura estranha. Não há água. COMO NÃO HÁ ÁGUA SE ACABEI DE ENCHER A TAÇA DA LIVY? Calma, calma. Devia ser geral, certo?

Bati à porta da vizinha da frente: Tem água? Ela abre a torneira mais próxima: Tenho sim, menina. Vou verificar os contadores. Algum engraçadinho, provavelmente já com os copos (ontem foi o cortejo em Braga) fechou-me a torneira ou o caraças...

Ok, ok... Vou relaxar com o banho... Tomo um duche maravilhoso e o mundo já é mais bonito... até chegar à sala e ver a Livy a destruir os meus phones. LIVY! NÃO! (cena em câmara lenta). Tarde demais. Credo, só me apetecia morder-lhe mas é ridiculo ser a Rapariga que Mordeu o Cão.

Mais nada podia correr mal. Mais nada! E assim foi. Fui para a cama um pouco mais tarde que o costume e adormeci num instante. Até que a Livy, assustada com os gritos de um tipo que vinha do Enterro da Gata, desatou a ganir e a pedir colo. Oh, por favor, Livy... Lá a adormeci e adormeci também.

Mas, meus caros, isto piora! Porque, de tão cansada, não ouvi o despertador, acordei tarde e eu bem que corri para me vestir e dar de comer à Livy antes de sair... Perdi o autocarro. POR UM MINUTO LITERALMENTE!

Resultado: paguei cinco euros de taxi para não perder o comboio para o Porto.

Se piora? Piora. Vocês sabem o que é andar de transportes públicos sem phones? SABEM? É doloroso. DOLOROSO!

Para piorar, o Blogger não me deixou postar o texto mal acabei de escrever porque estava a fazer manutenção...

É melhor que o resto do dia me corra bem, senão dou em MALUCA!

Liebend

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sorry sweetheart, I'd much rather keep on the balaclava

Ainda no contexto do post que fiz em relação à minha santa ingenuidade (que, sinceramente, acreditava que já não fosse muita tendo em conta alguns acontecimentos de há quase dois anos), ia eu a caminho de determinado sitio (vocês não precisam saber mais do que eu, não é verdade?) por motivos de trabalho, mp3 ligado num volume que me incapacitava de ouvir o resto à minha volta quando tocou mais uma das fabulosas canções dos Arctic Monkeys (aproveito para dizer que a voz do Alex dá cabo da minha saniedade mental de forma deliciosa!) e, então, fez-se luz na minha tão recente cabeça de fósforo.

Então não é que eu percebi que, desde tais acontecimentos (demasiado dolorosos para explicar), comecei a usar uma Balaclava. Feita tola, na fatidica noite daquele post, retirei-a. Pensei ter tomado uma atitude deveras inteligente... Burra do caraças! Acabei de perceber que não é para tirar. E quanto àquela noite, retiro tudo o que disse!

Balaclava
Arctic Monkeys

Mas que raio?

Alguém me quer explicar porque é que o metro do Porto está a funcionar só com uma carruagem? É que, por causa dessa brincadeira, uma senhora, muito simpática por sinal, empurrou-me para dentro da carruagem enquanto eu tentava sair e ela, obviamente, tentava entrar.
Vi jeitos de levar com uma porta automática nas trombas, que acreditem, de manhã, depois de sair do comboio, estou de trombas!

Liebend

sexta-feira, 29 de abril de 2011

PROCURA-SE

É a TERCEIRA vez, desde que estou no Porto, que alguém vê uma rapariga muito parecida comigo. Hoje, mal cheguei ao trabalho, uma colega disse-me que viu uma rapariga igualzinha a mim. Ao que parece está vermelho, pelo que, minha gente, está tudo à procura da jovem que eu quero conhecê-la!


Liebend

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A ex de Deus

A publicação n.º 100 deste blog será sobre literatura! Adoro ler mas, infelizmente, cada vez tenho menos tempo para tal. Contudo, as minhas viagens entre Braga e Porto são preenchidas com música e livros.

Ontem, ao chegar a Famalicão, acabei de ler Lail-Ah, o Divórcio de Deus, de H. James Kutska.

Apesar de estar escrito em Português do Brasil, não resisti a comprar o livro. Quem é que nunca se perguntou se Deus não se sentirá sozinho? E, caso casasse, como seria a Sua esposa? E se o casamento corresse mal, o que aconteceria? 

O enredo é muito interessante e a ideia do autor é brilhante, com passagens que nos fazem pensar nas diferenças entre seres humanos e naquilo que somos capazes de fazer quando estamos cegos de amor, mesmo que seja uma ilusão. Ainda assim, o livro soube-me a pouco e achei o fim rápido demais. De qualquer forma, aconselho.

Liebend

terça-feira, 29 de março de 2011

Liebend x 2

É a segunda vez este mês que me dizem, aqui no Porto, que sou extremamente parecida com alguém que conhecem.

Alguém sabe onde anda a minha sósia?

Liebend

quarta-feira, 23 de março de 2011

Trabalha-se por casa

Hoje não há comboios para ninguém... outra vez!

Fui obrigada a voltar para casa depois de estar desde as 7:30 até às 9:30 na estação de Braga na esperança de arranjar um comboio que me levasse até ao Porto.

A CP faz greve todos os meses ou só desde que descobriu que comecei a estagiar em Gaia?

Estou extremamente irritada. Acredito que se deve mostrar o descontentamento mas parar a vida das pessoas todos os meses... torna-se aborrecido.

Caso alguém que trabalhe na CP leia isto, acho que está na hora de marcarem um dia, fazerem greve, vestirem o uniforme e virem para a rua mostrar a vossa idignação. Façam-se ouvir mas não prejudiquem centenas de pessoas todos os meses que, por sinal, são quem vos paga o ordenado.

Liebend