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sábado, 14 de abril de 2012

Hunger Games

A minha Mãe costuma dizer "A vida é um jogo, ganha quem melhor sabe jogar." Concordo plenamente com esta frase.

Ontem, fui ao cinema. O meu namorado escolheu o Hunger Games. Sou sincera, já tinha ouvido falar do filme mas não fazia ideia da história do mesmo. Surpreendeu-me. Pelo nome, pensei que fosse mais um filme de acção, sem grande enredo. Enganei-me e bem.

Se vos disser que a meio do filme imaginei que algo assim pode vir a acontecer. No intervalo dei comigo a pensar: a obra 1984 de George Orwell é um bom exemplo de como esta história também pode ter um fudamento de verdade e tornar-se real. Chamem-me pessimista ou maluca.

De qualquer forma, aconselho!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Que eu sou meio maluca, já toda a gente sabe

Devido a um projecto em que tenho vindo a trabalhar, tenho sido confrontada com vários valores éticos. A verdade é que nunca fui muito dada a leituras filosóficas, mas visto precisar aprofundar a Ética para este trabalho, fiz um esforço. Ainda há valores que me deixam um pouco desnorteada e sinto a necessidade de reler as coisas mais de três vezes de forma a entender tudo.

Sempre tive a certeza que a leitura é algo que nos torna mais sábios, e esta leitura está a fazer de mim mais madura. Mais madura e um pouquinho obcecada. Sim, porque revi o "Who Framed Roger Rabbit?" e dei comigo com a cabeça cheia de questões éticas por detrás da atitude de cada personagem. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

It's all about the movies!

Não tenho publicado quase nada... vá, nada, sobre os filmes que tenho visto. Vamos lá falar de alguns desta semana.

Passei no cinema para ver o Mr. Ryan e o Mr. George a brincar aos políticos no Idos de Março e garanto-vos que vale a pena. Por casa, dei um passeio por terras irlandesas com Ondine, muito bem acompanhada de Collin Farrel no papel de um pescador chamado Syracuse. Ainda perdi tempo com o Sex and Breakfast, provavelmente o pior filme sobre sexo e torradas.




Contudo, devo referir e até expandir o post sobre o filme que me deixou confusa e meio perdida até agora. Ontem à noite, junto ao quentinho da lareira, prestei atenção ao A Árvore da Vida. Não sei se já viram, mas se não viram, descansem que não vou contar nada que não deva, porque sou boa pessoa e detesto que me contem filmes, logo não vos farei o mesmo.

O filme consegue ser mesmo muito confuso se não estivermos desde inico atenção. Penso que em algumas coisas, a visão do realizador não se torna clara para o espectador, o que leva a que o filme possa parecer incoerente. De qualquer das formas, é um bom filme. Questões como Se Deus é amor, porque é que há ódio? Se Deus é harmonia, porque é que a nossa vida por vezes se torna um caos, mesmo que acreditemos Nele e nos coloquemos nas Suas mãos?

Aconselho.

P.S.: Agora vou ver o One Day. Já viram?

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Smurfing Around

Hoje, foi dia de o meu País das Maravilhas conhecer o fantástico mundo dos Smurfs.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

You might call it a fracture in my soul, something which left me with a taste for oblivion.

Recentemente para aliviar o stress que a escrita do relatório de estágio me trouxe, tenho aproveitado para ver um filme por dia, ou melhor, por noite, antes de me deitar. É um hábito que uma grande amiga minha tem e desta vez decidi seguir-lhe as pegadas, já que normalmente leio ou vejo uma série.
Alguns dos filmes valem a pena, outros nem por isso. É como tudo.

Não vos darei uma lista de todos os que tenho visto mas queria partilhar convosco o filme que vi a noite passada. É um filme velhinho, por assim dizer, mas faz parte da minha lista de favoritos e há já algum tempo que queria revê-lo. Mary Reilly. O filme trata da famosa história do Dr. Jekyll e do seu misterioso assistente, Mr. Hyde. E quem é a Mary?  Uma Julia Roberts bastante novinha que interpreta o papel de empregada na casa do Dr. Jekyll.

O filme é de 1996 mas só o devo ter visto pela primeira vez em 2000 e na altura desenvolvi uma grande obsessão pelo John Malkovich. Coisas de adolescentes ou talvez não, a verdade é que o senhor demonstrou uma grande capacidade ao interpretar dois papeis tão iguais e diferentes ao mesmo tempo.

Deixo-vos o trailer.

Esta noite vou assistir a um filme mais recente, de 2009, Dorian Gray.

Se quiserem, deixem também as vossas sugestões para as minhas noites de cinema.

Liebend

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Savvy?




Foi assim, este Sábado à noite. Em 3D. Numa sala de cinema. Melhor, só ao vivo!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sucker Punching You!

Este fim-de-semana voltei ao cinema. Embora não tenha comentado aqui nenhum dos filmes que tenho visto, e que até são alguns, desta vez quero mesmo deixar aqui a minha opinião sobre o que vi ontem.

Sucker Punch

Já há algum tempo que andava de olho no filme, se me faço entender. Os trailers puxavam por mim.



E, deixem que vos diga, acho que vale a pena ver.

O filme é, no meu ponto de vista, uma mistura de realidade, anime (mesmo sem os desenhos), acção e fantasia. Isto tudo com raparigas giras e armadas.


De certa forma, cheguei mesmo a associar à Alice no País das Maravilhas. Não só porque uma das canções faz mesmo referência a esse conto, assim como o facto de, na minha tão adorada American Mcgee's Alice, a Alice ir parar a uma instituição para doentes mentais depois de ficar orfã e de se refugiar na seu País das Maravilhas completamente destruído.

 Não vos digo mais nada para não estragar a estória a quem quiser ver mas só tenho a dizer que me surpreendeu bastante. Mais, ainda não ia a meio do filme e já estava a pensar: "Eu tenho de ter esta banda sonora!".

Army of Me
Bjork feat Skunk Anansie



Liebend

sábado, 14 de agosto de 2010

Why is a raven like a writing desk?

Desde pequena que um dos contos que mais me faz sorrir e andar com a cabeça no ar é Alice no País das Maravilhas. Comecei por ver o filme da Disney em VHS, dobrado em Português do Brasil ( que aproveito para lembrar que não é o Português que eu falo e escrevo). Era quase um ritual em
casa dos meus Avós, após sair das aulas. Antes dos trabalhos de casa, sentava-me na mesa redonda da sala de estar e, enquanto lanchava as torradas de pão alentejano (não há melhores!), deixava-me levar para o mundo da Alice. E isto durou muitos anos.
Já naquela altura, a minha personagem favorita não era a Alice. Não. Na verdade, achava a Alice uma menina tola e influenciável, demasiado curiosa e distraída. Para mim, a personagem mais interessante era o Gato Cheshire. A maneira como deixava Alice confusa, umas vezes ajuda
ndo-a, outras vezes conduzindo-a a problemas, mas sempre com um sorriso. O desaparecer e deixar só o sorriso no ar... Na criança que comia torradas, essa imagem do gato fazia-a acreditar que acontecesse o que acontecesse, um sorriso deve permanecer nas nossas caras. Hoje, já tenho outras interpretações das atitudes do Cheshire, como aliás era de esperar visto que quando crescemos vamos tomando consciência de que os desenhos animados também são feitos à imagem das pessoas, mesmo que tenham a forma de um gato. E sejamos sinceros, Cheshire ensina uma valiosa lição à menina loira, e a todos nós, quando a faz entender que não vale a pena ir contra a loucura, já que cada pessoa tem a sua e onde quer que ela vá acabará sempre por encontrar alguém. Afinal, se pensarmos bem, não é no País das Maravilhas mas sim na vida real que temos de lidar com várias pessoas, cada uma com as suas virtudes e defeitos. Para quê tentar ir contra isso e acreditar que há alguém que é virtuoso em quase tudo o que faz? A perfeição não existe, lamento informar-vos. Ninguém é perfeito, todos cometemos erros e o melhor que temos a fazer é mesmo sorrir.
Neste pequeno excerto, Cheshire aparece a Alice, entoando a primeira e última estrofes do famoso poema Jabberwocky de Lewis Carrol:

'Twas brillig, and the slithy toves
Did gyre and gimble in the wabe;
All mimsy were the borogoves,
And the mome raths outgrabe.



Ainda não me debrucei com atenção sobre o livro, confesso o pecado, mas está na minha enorme lista de livros a ler e preparo-me para encurtá-la o mais depressa possível, visto que ela cresce sempre que lhe toco.
Este ano, na China, tive a oportunidade de assistir no cinema ao filme de Tim Burton, em 3D. Confesso que talvez não faça grande diferença o filme ser em 3D mas, como grande fã que sou, tanto da estória como do realizador e de alguns elementos do elenco, não perdi a oportunidade de o ver! Como era de esperar, quase saltei da cadeira quando a grande cara de Cheshire com o sorriso matreiro estampado nela encheu a sala escura.


Mais, assim que vi as estatuetas de Alice e do Chapeleiro Louco à venda, comprei-as. Com muita pena minha, só tinham essas duas e o Cheshire não está na minha colecção de figuras. Por enquanto.
Ainda na China e antes da estreia do filme de Burton, andei viciada num pequeno anime, baseado no manga de Jun Mochizuki, Pandora Hearts. Dando vida a muitas das personagens de Alice e a outras que são pura imaginação do autor, esta estória faz-nos perguntar constantemente: Quem matou Alice?


No entanto, a Alice de que quero falar hoje é diferente de todas as outras que já referi em cima. É a Alice do famoso jogo de Mcgee.
Em 2000, saiu para o PC um jogo que viria a revolucionar a maneira como Alice era vista pelo mundo. A jovem doce e sonhadora dava lugar a uma rapariga traumatizada e que nos transporta para um país das maravilhas não tão maravilhoso como isso. Após um incêndio, Alice perde a família e é levada para um hospital psiquiátrico.Os olhos da menina não são doces e curiosos, Cheshire não é da cor do algodão-doce e o sorriso é ainda mais matreiro e assustador do que aquele que estamos habituados e, para nos deixar ainda mais admirados, a mesa de chá do Chapeleiro Louco não é tão convidativa como desejamos.


Onze anos depois do primeiro jogo, Alice volta ao PC. Alice Madness Returns é um dos jogos que mais aguardo. Com certeza que todos vós sabem que nem sempre o nosso país das maravilhas é cheio de encanto e cheiro a torradas caseiras.

Enquanto aguardamos, vai uma chávena de chá?

Liebend

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Wandering in Wonderland

A data está marcada!
Dia 5 de Março de 2010, Tim Burton presenteia-nos com mais um filme que promete: Alice in Wonderland!
Este é um daqueles filmes que eu quero ver no cinema, mas conhecendo alguns pormenores sobre as salas de cinema chinesas, sei que não vou ter essa oportunidade.
Como sempre, Johnny Depp irá participar no filme no papel de chapeleiro louco. O elenco conta ainda com a participação de Anne Hathaway como rainha branca e Mia Wasikowska no papel pricipal, ou seja, Alice.
O trailer deixou-me com água na boca, talvez tenha o mesmo efeito em vós. Cliquem aqui para darem uma espreitadela a um mundo onde a fantasia é realidade e vice-versa.

Liebend